Por que mudar é tão complexo?

A mudança interior pode ser complexa, mas é possível.

Somos seres de hábitos. Quando fazemos algo e repetimos, nossa mente inconsciente o automatiza, para deixar a mente consciente aprender outras coisas. Porém, muitos dos hábitos que adquirimos podem nos trazer grandes prejuízos ao longo de nossa caminhada.

Ficamos aprisionados, diria até, encarcerados, com a repetição automática, sem consciência no ato do hábito.

Hábitos de pensamentos negativos, de comportamentos autodestrutivos, de padrões de inércia, de procrastinação, e assim a lista pode seguir ampla.

Temos dificuldade em ponderar, de enxergar que os prejuízos futuros são muito maiores do que os benefícios de hoje. E, no momento imediato da vontade, pendemos a querer a gratificação imediata, a curto prazo, e, assim, repetimos os hábitos, mesmo que sejam destrutivos e prejudiciais. É, neste momento que entra o conflito entre nossa razão e nossas emoções.

Aliviamos a tensão do momento, para logo em seguida sofrer com o conflito, que nos traz raiva, culpa, frustrações e muitas vezes depressão. Por mais que a razão nos diga que está certa, nossas emoções acabam nos conduzindo a praticar, muitas vezes, o que já tínhamos decidido a não praticar mais.

Uma mudança só é possível e permanente, se trabalhada em níveis profundos da mente: pensamentos, palavras, emoções, atitude, para alinhar as duas partes: razão e emoção.

Quando alinhamos nossas emoções com nossa razão, alcançamos nossos objetivos. Precisamos falar a mesma linguagem, integrar as duas partes.

Muitas vezes, precisamos de ajuda de um profissional de PNL (Programação Neurolinguística) para alcançar resultados rápidos e permanentes.

Anete L. Blefari
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